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RFP de viagens corporativas: um guia prático para negociar melhor

Se você já participou de uma RFP de viagens corporativas, sabe como costuma funcionar: pouco tempo, muita pressão por preço, propostas difíceis de comparar e a sensação de que, no fim, o resultado poderia ter sido melhor.

A verdade é que a RFP não é só um documento de compras. Ela é um dos momentos mais estratégicos da gestão de viagens. É ali que você define o nível de serviço, o grau de controle, o poder de negociação e até a experiência do colaborador ao longo do contrato.

Este conteúdo foi pensado para gestores que precisam conduzir uma RFP com mais clareza, menos improviso e mais resultado. E mostra como a Voetur Viagens atua para transformar esse processo em algo realmente estratégico.

Por que a RFP impacta muito mais do que o preço?

Na prática, a RFP define as regras do jogo. Quando ela é mal estruturada, o que acontece depois costuma ser previsível:

  • Tarifas menos competitivas do que poderiam ser
  • Propostas que não refletem a realidade da operação
  • Renegociações constantes ao longo do ano
  • Desgaste com fornecedores

Dados apresentados pela Voetur Viagens em conjunto com a GBTA mostram que o ciclo ideal de uma RFP de hotéis gira em torno de 90 dias. A média real de antecipação das empresas é de 78 dias, segundo estudo da Cvent. Além disso, cerca de 50% das RFPs de hotelaria passam por pelo menos uma rodada de renegociação. Ou seja: quem começa tarde, quase sempre negocia pior. O segredo está na antecipação.

Tudo começa antes da RFP: a fase que mais gera economia

A preparação é, disparadamente, a etapa mais importante — e a mais negligenciada. Antes de qualquer envio ao mercado, o gestor precisa responder a algumas perguntas básicas:

  • Volumetria Detalhada de Gastos nos Últimos 12 Meses por: Produto (Aéreo, Hotel, Carro etc.), Escopo (Nacional e Internacional), Adoção na Online Booking Tool (% Online e Offline) e Valores (Quantidade de Transações e R$)
  • Formas de Pagamento por Produto (Aéreo, Hotel, Carro) e Fee (Remuneração da Agência de Viagens)
  • Tecnologia Aplicada (Online Booking Tool, Expense Management, Business Intelligence, Integração de Sistemas etc.)
  • Pontos de Melhoria (Redução de Custos, Qualidade no Atendimento, Otimização dos Processos etc.)
  • Critérios de Avaliação (Preço, Benchmarking de Clientes e Fornecedores, Capacidade Tecnológica etc.)

Sem essa clareza, a RFP vira um pedido genérico. Com dados, ela vira uma ferramenta de negociação. É exatamente aqui que a Voetur Viagens entra. A partir da análise de gastos, padrões de viagem e objetivos do cliente, ajudamos a organizar o escopo, redefinir metas e alinhar expectativas antes mesmo da RFP ir para a rua.

Comunicação pré-RFP: menos ruído, propostas melhores

Entre quatro e seis semanas antes do lançamento oficial, começa uma etapa que faz muita diferença no resultado: a conversa com os fornecedores. Nesse momento, o gestor precisa deixar claro:

  • Cronograma
  • Critérios de avaliação
  • Regras de negociação
  • Canais de comunicação

Quando essa comunicação é bem-feita, as propostas chegam mais alinhadas e o processo flui melhor. Com apoio da Voetur Viagens, essa etapa é conduzida de forma estruturada, preservando o relacionamento com o mercado e evitando retrabalho lá na frente.

Lançamento da RFP: menos volume, mais critério

Um erro comum é transformar a RFP em uma lista enorme de exigências que pouco ajudam na decisão. Uma boa RFP de viagens corporativas equilibra três pontos:

  • Requisitos obrigatórios
  • Diferenciais desejáveis
  • Espaço para o fornecedor mostrar valor

O prazo mínimo recomendado para resposta é de três semanas. Durante esse período, negociações podem acontecer, mas o ideal é que sejam organizadas e limitadas.

A Voetur apoia o gestor na leitura crítica das propostas, olhando além da tarifa e avaliando impacto operacional, aderência ao perfil da empresa e consistência da entrega.

Avaliação e renegociação: onde muita RFP se perde

Receber propostas não significa tomar decisão. Essa fase exige método:

  • Comparar o que é comparável
  • Evitar análises superficiais de preço
  • Entender o que está ou não incluso
  • Avaliar riscos e exceções

Cerca de metade das RFPs de hotelaria passa por renegociação. Quando o processo é bem conduzido, isso fortalece a parceria. Quando não é, vira desgaste. A Voetur atua como ponte entre gestor e fornecedor, garantindo objetividade, clareza e foco no que realmente gera resultado.

Seleção final, carga e auditoria: o trabalho não acaba aqui

Muita economia se perde depois da assinatura. Após a escolha dos fornecedores, é fundamental garantir:

  • Carga correta das tarifas
  • Auditoria antes do início da vigência
  • Monitoramento contínuo ao longo do contrato

Sem acompanhamento, o que foi negociado no papel nem sempre se reflete na prática. A Voetur mantém auditorias ativas e gestão contínua para assegurar que o acordo funcione no dia a dia.

O erro mais comum: tratar a RFP como algo pontual

RFP não é evento isolado. Ela faz parte de uma estratégia contínua de gestão de viagens. Empresas que encaram a RFP dessa forma conseguem:

  • Mais previsibilidade de custos
  • Menos exceções operacionais
  • Relações mais maduras com fornecedores
  • Melhor experiência para o viajante

Por que conduzir sua RFP com a Voetur Viagens

A Voetur Viagens combina experiência prática, visão de mercado e tecnologia para apoiar gestores em todas as fases da RFP. Mais do que organizar propostas, ajudamos você a:

  • Usar dados de forma inteligente
  • Negociar com mais segurança
  • Reduzir riscos operacionais
  • Sustentar resultados ao longo do contrato

Se a sua próxima RFP precisa ser mais estratégica e menos reativa, a Voetur está pronta para conduzir esse processo ao seu lado.