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Como avaliar se a precificação de uma agência de viagens corporativas é correta

Na gestão de viagens corporativas, avaliar preço vai além de comparar taxas. Uma precificação adequada envolve critérios objetivos, como metodologia de cobrança, nível de transparência, aderência à política interna, uso de dados e capacidade de adaptação ao cenário de mercado.

Para o gestor, o desafio não é apenas pagar menos, mas entender exatamente pelo que está pagando, identificar custos ocultos e garantir previsibilidade financeira ao longo do tempo.

O contexto do mercado e o que muda para o gestor

Dados apresentados na GBTA Convention 2025 mostram que o mercado global de viagens corporativas segue em crescimento, com projeção de alta de 6,6% em relação a 2024, mesmo em um cenário de incertezas econômicas e políticas. Ao mesmo tempo, a própria GBTA aponta alguns movimentos que impactam diretamente a precificação praticada pelas agências:

  • Maior cautela das empresas, com cerca de 30% dos compradores prevendo redução parcial do orçamento de viagens.
  • Pressão por eficiência operacional e redução de desperdícios.
  • Busca crescente por automação, governança e inteligência de dados para embasar decisões.
  • Nesse cenário, a precificação deixa de ser apenas um valor negociado e passa a refletir processos, tecnologia e capacidade analítica da agência.

Critérios práticos para avaliar a precificação de uma agência

Ao analisar se a cobrança de uma agência é justa, o gestor pode observar alguns pontos-chave:

Transparência da metodologia

A agência deve apresentar claramente como compõe seus valores: taxas, modelos de remuneração, comissões, eventuais incentivos comerciais e serviços incluídos. Isso permite comparar propostas de forma objetiva e evita custos não previstos ao longo do contrato.

Adequação ao perfil da empresa

Uma precificação correta considera volume de viagens, complexidade da operação, canais de atendimento, política interna, perfil dos viajantes e necessidades específicas do negócio. Modelos padronizados tendem a gerar ineficiências.

Uso de dados para validação de decisões

Ferramentas de BI permitem acompanhar indicadores reais de desempenho, identificar desvios de política, analisar comportamento de compra e validar se a agência está entregando o que foi acordado financeiramente.

Capacidade de ajuste ao mercado

Modelos de precificação precisam ser revisados conforme mudanças de cenário, como variações de tarifas, comportamento de fornecedores e tendências globais apontadas por entidades como a GBTA.

Compliance e governança

Além do custo, é fundamental avaliar se a agência garante conformidade com políticas internas, regras regulatórias, segurança do viajante e práticas sustentáveis, reduzindo riscos operacionais e financeiros.

Leia também: Governança e compliance em TMCs: os pilares que vão transformar o mercado de viagens corporativas

O papel das certificações na avaliação da precificação

Certificações independentes ajudam o gestor a validar se os processos da agência seguem boas práticas de mercado. A Voetur, por exemplo, possui três certificações concedidas pela T&E Consulting, que atuam diretamente sobre temas sensíveis à precificação:

  • Acordos Comerciais (TE-7002): valida o uso correto dos acordos firmados entre clientes e fornecedores.
  • Tarifas de Mercado (TE-7003): avalia se as plataformas utilizadas garantem acesso competitivo às melhores tarifas disponíveis.
  • Gestão de Créditos de Passagens Aéreas (TE-7005): analisa a gestão estruturada de bilhetes não voados, reduzindo perdas financeiras.

Na prática, essas certificações reduzem a necessidade de auditorias recorrentes por parte do cliente e aumentam a confiança sobre o que está sendo cobrado e entregue.

Como o BI apoia o gestor na análise de custos

O Business Intelligence da Voetur permite que o gestor acompanhe, em tempo real, indicadores que impactam diretamente a precificação e o custo final da operação. Em viagens aéreas, é possível analisar, entre outros pontos:

  • Aderência à política e antecedência de compra;
  • Distribuição de emissões nacionais e internacionais;
  • Tickets por companhia aérea;
  • Emissões online e offline, volumes e prazos.

Em hospedagem, os dados incluem:

  • Quantidade de diárias, diária média e volume por cidade;
  • Perfil de reservas e sistemas utilizados;
  • Volume total de emissões e detalhamento em tempo real.

Com mais de três anos de evolução e integração com inteligência artificial, o BI da Voetur cruza dados internos e externos de mercado, permitindo comparativos mais precisos e uma visão ampla da operação.

Confira o checklist prático para gestores identificarem o caminho da precificação correta

Boas práticas adicionais:

  • Solicitar propostas comparativas de diferentes agências;
  • Realizar reuniões trimestrais de revisão de performance;
  • Validar economia gerada e aderência às políticas internas.

A importância da precificação transparente

A precificação correta vai além do menor preço. Ela exige transparência, auditoria, dados e compliance, garantindo que cada decisão de viagem contribua para os objetivos estratégicos da empresa. Os gestores devem avaliar metodologia, certificações, dashboards e indicadores para garantir que os custos estão justificados e os serviços entregues, alinhados às políticas corporativas.

A Voetur se posiciona como referência no setor, oferecendo certificações T&E, auditorias periódicas, dashboards analíticos e transparência total, garantindo que cada viagem gere valor real.

Não perca tempo! Solicite uma análise completa de custos e performance com a Voetur e descubra como sua empresa pode ter precificação justa e inteligência estratégica em viagens corporativas.