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Viagem corporativa com extensão de lazer: conheça o bleisure

Bleisure é a combinação entre viagem a trabalho e lazer pessoal no mesmo deslocamento. Na prática, acontece quando um colaborador estende uma viagem corporativa por alguns dias para uso pessoal, antes ou depois da agenda profissional.

O conceito não é novo, mas ganhou relevância porque a lógica das viagens corporativas mudou, inclusive, muitas empresas já convivem com bleisure, mesmo sem chamá-lo assim. Hoje, viajar não é rotina, é exceção. E quando acontece, tende a ser mais intensa, mais curta e mais estratégica.

Em que momentos o bleisure costuma acontecer

Bleisure raramente aparece de forma aleatória. Ele está muito ligado a eventos específicos e agendas concentradas. Alguns exemplos claros:

  • Grandes eventos corporativos e feiras internacionais;
  • Congressos, feiras de tecnologia, eventos do setor financeiro ou industrial costumam concentrar profissionais de várias regiões em um mesmo destino.

Feriados e datas sazonais

Viagens corporativas que coincidem com feriados nacionais ou regionais tendem a gerar pedidos de extensão. Em vez de retornar imediatamente, o colaborador aproveita a data para permanecer no destino, reduzindo desgaste e otimizando o deslocamento já realizado.

Eventos esportivos e culturais globais

Copa do Mundo, Olimpíadas, Fórmula 1, grandes festivais. Em muitos casos, empresas já sabem que aquele destino terá apelo pessoal para o colaborador. A viagem corporativa é impulsionada com o colaborador sabendo que o lazer vem depois.

Treinamentos, convenções e encontros internos

Viagens para treinamentos, kick-offs ou encontros de liderança também são um terreno natural para bleisure, especialmente quando acontecem em destinos turísticos ou capitais com boa oferta cultural.

Viagens internacionais

Quando o deslocamento envolve muitas horas de voo, fuso horário e desgaste físico, a extensão da estadia passa a fazer sentido até do ponto de vista de recuperação e produtividade.

Por que o bleisure passou a ser mais frequente?

As empresas reduziram o volume de viagens, mas aumentaram a densidade das agendas. O colaborador viaja menos vezes, porém trabalha mais intensamente quando viaja.

Ao mesmo tempo, houve uma mudança clara na relação das pessoas com o tempo. Aproveitar o deslocamento para além do compromisso profissional passou a ser visto como algo racional, não como privilégio.

A tecnologia também teve papel importante. Hoje é mais simples ajustar datas de retorno, separar despesas, registrar períodos distintos da viagem e manter controle, desde que exista processo.

Onde o bleisure começa a exigir atenção das empresas

O bleisure deixa de ser simples quando não está previsto. Os principais pontos de atenção costumam ser:

  • Diferença de tarifa ao alterar a data de retorno;
  • Responsabilidade da empresa fora do período corporativo;
  • Cobertura de seguro e assistência;
  • Classificação correta de despesas.

Sem diretriz clara, o que seria uma extensão pontual vira discussão no pós-viagem, principalmente entre financeiro, RH e gestor.

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Uma prática cada vez mais presente nas viagens corporativas

Bleisure não substitui a viagem corporativa tradicional e não se aplica a todos os perfis ou cargos. Mas ele já faz parte do cenário atual de viagens, especialmente em eventos, feiras e agendas internacionais. Tratar o bleisure como parte da política de viagens é uma forma de alinhar expectativa, reduzir ruído e lidar com a realidade de forma prática.

Bleisure só funciona bem quando existe controle. E controle, em viagens corporativas, não vem de boa vontade ou acordos informais, mas sim de processos, políticas e tecnologias.

Onde a gestão de viagens faz diferença no bleisure

Ao estruturar a gestão de viagens, a Voetur Viagens ajuda a separar com clareza o que é corporativo e o que é pessoal, mesmo quando a viagem envolve períodos de bleisure. Isso inclui desde a definição de regras na política de viagens até a operação no dia a dia, com visibilidade sobre datas, tarifas, alterações e impacto financeiro. Na prática, isso permite que a empresa:

  • Entenda quando a extensão da viagem faz sentido
  • Saiba exatamente o custo da parte corporativa
  • Evite conflitos no pós-viagem
  • Mantenha compliance, mesmo em agendas mais flexíveis

Em momentos como grandes eventos, feiras internacionais, convenções internas ou viagens para destinos com alto apelo turístico, essa estrutura faz diferença. O bleisure deixa de ser um risco e passa a ser uma decisão consciente, registrada e controlada.

Mais do que viabilizar viagens, a Voetur Viagens atua para que elas façam sentido para a empresa e para o colaborador, mesmo quando trabalho e lazer se encontram no mesmo deslocamento.